O PocketCli nasceu de uma necessidade bem específica: acessar e administrar servidores pelo iPad, usando iSH como cliente remoto. Nesse ambiente, a simplicidade deixa de ser preferência estética e vira requisito de operação.
A escolha por POSIX sh mantém a ferramenta compatível com ambientes mínimos, como Alpine. A interface reúne comandos de SSH e Tailscale em um fluxo que funciona no terminal, sem depender de uma stack pesada para executar tarefas comuns.
A ideia do projeto é preservar o controle do operador: atalhos úteis, contexto visível e comandos que continuam auditáveis. Conforme novas necessidades aparecem na rotina, o catálogo de comandos e a experiência da TUI evoluem junto.